«há coisas na vida que se gostam.
depois há coisas na vida nos preenchem.
o abraço da família, o riso dos amigos, um olhar de ternura quando se tem um gesto bom, uma mão que toca, quando se diz adeus. mais que momentos que se vivem, são sensações que despertamos nos que rodeiam. interacção bonita esta de dar e receber, de soltar risos em alguém, de emocionar alguém. uma brincadeira no trabalho, um telefonema na parvoíce, o permanente divertir, provocar, sentir quem nos rodeia. quase defeito, esta procura permanente de perceber o outro em frente, de o animar, de o confortar. ou simplesmente de cuidar. são especialmente bonitas as pessoas que se perdem a cuidar dos outros, dos que nos pertencem, sejam família, amigos, sobrinhos, ou apenas próximos. porque são esses momentos que nos dão sentido à vida: adormecemos com a sensação terna que fizemos o nosso melhor por alguém, que fomos o melhor de alguém.»
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
sabes que gostas de política quando...
Sabes que gostas de política quando ficas excitada com as notícias do debate Costa vs Passos (e prometes a ti mesma que depois do jantar, em vez de Peaky Blinders, vais ver o debate em diferido).
terça-feira, 8 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
lembro-me essencialmente do quanto fui feliz com elas
Quem tem amigos com quem cresceu a vida toda e ainda os estima e consegue sentir empatia e laços, ainda bem, cresceram ambos no mesmo sentido e sentem-se confiantes por os ter ali mas isso é sorte, o relacionamento de amizade não é muito diferente do que outro qualquer que por vezes funciona mas a maior parte das vezes não aguenta e rompe e - a sério - não faz mal.
o peso da amizade chega a ser maior do que o de um casamento, há quase uma obrigação de se manter perto do outro porque "huuu amizade" mas nem sempre é assim, e - repito - não faz mal.
talvez algumas pessoas têm prazo de validade para connosco, aparecem (ou escolhemos que apareçam) na nossa vida, aconchegam-nos, aconchegamo-las e depois vão embora porque mudámos, mudaram ou já não faz sentido ali estarem. não pode existir culpa ou ressentimento, não é um laço inquebrável (nenhum o é) e não faz mal.
Quando me lembro das minhas amigas, lembro-me essencialmente do quanto fui feliz com elas, do quanto riamos, fazíamos parvoíces e achávamos que iríamos ser assim a vida toda. quando me lembro delas, lembro-me do que era há (muitos) anos. valeu por isso mas é só isso. e não faz mal.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
It's always darkest before the dawn
Nunca fez tanto sentido.
De repente. Do nada. Florence e o seu Shake It Out inundaram-me o cérebro e senti pela primeira vez a música que tem quase 5 anos e passou exaustivamente na rádio.
Houve um click e passei a sentir a música a integra-la em mim.
It's hard to dance with a devil on your back
So shake him off.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Faz bem ao coração Largar o que é em vão
Um dia, dás por ti de férias, pele dourada ao sol, e percebes que já nem te lembravas dele há mais de um mês. E esses pensamentos são cada vez mais intervalados. E chega finalmente o dia derradeiro, passados 476 dias do fim, em que ouves, pela primeira vez sem mudares automaticamente de frequência, a música que era vossa, do princípio ao fim. E gostas. Porque é apenas uma boa música. Passou o dói-dói.] Daqui.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
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