Têm sido dias tranquilos. Risos. Se contemplar os dias que passam por mim, vejo-os sorridentes, cheios e tranquilos na intranquilidade de tanto afazer. Divido-me e preencho as brechas. Aquecendo o peito, deixando as mágoas do lado de lá.
São dias de Sol. Um sol que me aquece os pés. Sol quentinho nos pés em dias de Inverno.
Há dias de Inverno no meu coração, vão sendo menos. Cada vez menos. O sol vai aquecendo a base de mim, o meu leme.
Prometi não correr. Cumpri. Vou devagar. Há tempo.
Não me apressem que eu tenho tempo.
«A vida dá voltas. Faz-nos seguir por percursos que achamos não ter escolhido. Impõe-nos decisões que preferíamos, tantas vezes, não ter de tomar. Oferece-nos razões que não nos apetece aceitar.
A vida tem voltas. A vida tem curvas retorcidas, quando nos apetecia uma recta para descansar. Tem subidas íngremes que nos tiram o fôlego. Tem buracos no percurso que nem sempre conseguimos evitar.
A vida tem volta. Troca-nos as voltas e traz-nos de volta. A vida solidifica-nos as vontades. Enraíza-nos as certezas. Dá-nos liberdades. Oferece-nos determinação.
A vida traz-nos de volta.»
sábado, 24 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
conversa de rapazinhos
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito:
- eu sei
Uma vez não são vezes:
-e eu não digo a ninguém
Sei que às vezes eu não estou ao teu lado
- ok
E não te ligo por estar muito ocupado:
- tá bem
Tu não mereces eu deixar-te nesse estado:
- eu sei
Desculpa não ser esse príncipe encantado.
Quando não respondo:
- não sei porque é que me escondes que sabes
- Que sou teu, mas queres um romance apertado
Às vezes é um sufoco, outras vezes fico louco e dizes:
- Não tens razão para te sentir enganado
- Eu sei que me contas coisas que não contas a mais ninguém
E perguntamos ao tempo quanto tempo o tempo tem
Passa, horas, dias, choras, eu sei que está tudo errado dizes:
- Não vás embora, fica, mais um bocado
Eu fico sempre por perto por mais voltas que dês
Tu sabes, que eu não me apego, depois vens com porquês
Imaginas essas histórias tipo "era uma vez":
- Baby, eu sou a folha em branco dos romances que lês.
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes:
- e eu não digo a ninguém
Eu não digo a ninguém:
- que me queres e preferes
Aos outros que tu tens:
- eu sei
Que é díficil quando o clima é propício
Controlares esse teu vício que tens por mim desde o início:
- Ok
Eu quero e faço por isso e tu queres um compromisso
E eu sou mais de improviso e tu só queres ficar bem
E ficas doida comigo porque tens a não do perigo:
- Mas eu não se se consigo dar-te tudo o que tenho.
Sabes que te quero embora seja às vezes
Tento ser sincero, só que, tu não me entendes
Não tenho culpa, mas não sinto o que tu sentes:
- Hoje ficas cá em casa, uma vez não são vezes.
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes:
- e eu não digo a ninguém
Oh eu não digo a ninguém:
- Eu sei
Sobe que:
- eu não digo a ninguém
Cora:
- que eu não digo a ninguém
Fica:
- que eu não digo a ninguém
Podes fazer:
- que eu não digo a ninguém
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes e eu não digo a ninguém
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito:
- eu sei
Uma vez não são vezes:
-e eu não digo a ninguém
Sei que às vezes eu não estou ao teu lado
- ok
E não te ligo por estar muito ocupado:
- tá bem
Tu não mereces eu deixar-te nesse estado:
- eu sei
Desculpa não ser esse príncipe encantado.
Quando não respondo:
- não sei porque é que me escondes que sabes
- Que sou teu, mas queres um romance apertado
Às vezes é um sufoco, outras vezes fico louco e dizes:
- Não tens razão para te sentir enganado
- Eu sei que me contas coisas que não contas a mais ninguém
E perguntamos ao tempo quanto tempo o tempo tem
Passa, horas, dias, choras, eu sei que está tudo errado dizes:
- Não vás embora, fica, mais um bocado
Eu fico sempre por perto por mais voltas que dês
Tu sabes, que eu não me apego, depois vens com porquês
Imaginas essas histórias tipo "era uma vez":
- Baby, eu sou a folha em branco dos romances que lês.
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes:
- e eu não digo a ninguém
Eu não digo a ninguém:
- que me queres e preferes
Aos outros que tu tens:
- eu sei
Que é díficil quando o clima é propício
Controlares esse teu vício que tens por mim desde o início:
- Ok
Eu quero e faço por isso e tu queres um compromisso
E eu sou mais de improviso e tu só queres ficar bem
E ficas doida comigo porque tens a não do perigo:
- Mas eu não se se consigo dar-te tudo o que tenho.
Sabes que te quero embora seja às vezes
Tento ser sincero, só que, tu não me entendes
Não tenho culpa, mas não sinto o que tu sentes:
- Hoje ficas cá em casa, uma vez não são vezes.
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes:
- e eu não digo a ninguém
Oh eu não digo a ninguém:
- Eu sei
Sobe que:
- eu não digo a ninguém
Cora:
- que eu não digo a ninguém
Fica:
- que eu não digo a ninguém
Podes fazer:
- que eu não digo a ninguém
Às vezes não sei o que queres e digo:
- ok
Às vezes não sei o que faço e tu:
- tá bem
Às vezes fazes de propósito
- eu sei
Uma vez não são vezes e eu não digo a ninguém
domingo, 28 de dezembro de 2014
comi o de
Amanhã vou férias. Amanhã vou férias. Amanhã vou férias. Amanhã vou férias. Amanhã vou férias.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Mel ou Fel
Passou pouco tempo, dois meses não são quase nada. Foi no fundo melhor assim. Parámos. Não pretendo falar-te nunca mais (sim, nunca mais é muito tempo, mas do pouco que sei de ti, sei que estás bem... que foi melhor assim). Há algum ressentimento de minha parte. Há muitas dores por ter tudo corrido mal. Por haver confusão naquilo que foi dito e vivido. Vivemos os lados errados de nós. E tenho tristeza na amizade que podia ter sido para sempre, porque nós éramos bons nisso, mas findou à dois meses. Perdeu-se. Tira-me o sorriso pensar nisso.
Não há volta a dar e há que dar a volta e continuar a sorrir cada um na sua linha. Duas linhas bem paralelas de modo a nunca mais se cruzarem. Magoámos muita gente, mas o pior foi nos termos magoado a nós próprios e peço desculpa por isso. Ver-te e falar-te dói... Foste a minha loucura. Vou amar-te em segredo (sempre por isso) pelos dias loucos de sorriso e amor (pensar em nós assim faz-me sorrir). Mas acabou.
Estou serena e feliz. Libertei-me de alguma coisa que eu não sei o que é. Mas prendeu-me e fez-me mal. Eu fiz-te mal. Desculpa
Agora eu posso voar novamente, posso andar pelos corredores aos saltos e ser eu. Acabei com as meias amizades, os meios sorrisos. Sou mel ou fel.
Libertei-me. Quero ser simples. Descobri que amo outras coisas, que adoro dançar folclore e sou boa nisso, vê lá tu. Estou feliz com coisas simples. Adoro!
Libertei-me. Quero ser simples. Descobri que amo outras coisas, que adoro dançar folclore e sou boa nisso, vê lá tu. Estou feliz com coisas simples. Adoro!
Quero ser eu: mel ou fel!
Fica bem, um Feliz Natal um 2015 doce, como tu :)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
I Drop The Game
E quando dás por ti bem?! Foi tão bom ver-me bem. Saudável. Sem dramas. Sem choro. Bem. Dei comigo a pensar, enquanto o mundo caí em redor delas: Eu tou bem, desculpem-me lá, mas eu estou mesmo bem e a única coisa que quero saber é de comer um pãozinho com manteiga. Fome!!
I Drop The Game finally!
I Drop The Game finally!
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